Quem Somos? Um grupo inovador, de jovens preocupados e interressados em mudar a realidade da saúde na nossa comunidade. Qual o objetivo deste projeto? Conscientizar a população sobre a importância de se aprender tecnicas apropriadas para promover os primeiros sococorros de forma correta. Aprendendo a Salvar vidas é muito mas que um blogger é uma prova de amor ao proximo!
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
ATENÇÃO!
SEGUEM ALGUMAS DICAS IMPORTANTES PARA SE MANTER EM PÉ NO FINAL DE ANO:
SEGUEM ALGUMAS DICAS IMPORTANTES PARA SE MANTER EM PÉ NO FINAL DE ANO:
1a lei anti-jaca no fim do ano:
Fuja das bebidas alcoólicas.
Se não tiver jeito e forçarem a barra para o maldito brinde dos bêbados, escolha apenas uma bebida e enrole o maior tempo possível com o mesmo copo, para que o estrago não seja maior.
Aqui embaixo eu mostro quanto cada uma delas vai custar para a sua dieta.
Imprime essa bagaça, coloca na sua carteira e, a cada instante que alguém te oferecer mais uma dose, pense em quanto você vai ter que caminhar, andar de bicicleta ou ralar o tchan para queimar a dita bebidinha.
2a lei anti-jaca no fim do ano:
Não chegue na balada ou na happy hour passando fome.
Nessa época do ano é fundamental que você reforce sua marmita, seu prato no quilo ou sua lancheira.
Se der, jante escondido de todo mundo antes de cair na night.
Coma -e muito - o que é permitido na sua dieta antes de chegar ao bar, restaurante, buffet o balada onde a festinha vai rolar solta.
Assim sobrará menos espaço para você se empanturrar de coisas que não prestam.
3a lei anti-jaca no fim do ano:
Se empanturre de água durante o dia todo.
E beba muita, mas muita água durante o evento.
A água enche a nossa barriga e deixa menos espaço livre para as bugigangas nada saudáveis que ficam nos tentando nesses lugares.
4a lei anti-jaca no fim do ano:
Opte por pedir grelhados na mesa do bar.
Filés aperitivos e chapas são sempre bem-vindas para quem faz a Dieta Dukan.
Pra quem faz outras dietas, também caem bem.
Afinal, são proteínas, enchem mais o estômago, levam mais tempo para serem digeridas e, portanto, consomem mais energia do corpo para serem eliminadas.
5a lei anti-jaca no fim do ano:
Malhe absurdamente mais durante esse período.
Se o dia vai ter happy hour ou festinha da firma, faça o favor de acordar mais cedo e andar 1 hora a mais.
Emagrecer e engordar nada mais é do que uma conta matemática.
Se o saldo entre o que se come e o que se gasta for positivo, você engorda.
Se for negativo, você emagrece.
Excesso de comida nas festas de fim de ano pode custar caro ao corpo
Organismo não reage bem a alimentação calórica e gordurosa
A ceia farta é uma tradição de fim de ano. Comidas fortes e gordurosas estão na mesa da maioria das famílias, incluindo pernil, tender, farofa, sem falar nas sobremesas e no álcool.
Os excessos à mesa podem custar caro. O organismo pode ter dificuldade de metabolizar a sobrecarga de alimentos e os resultados podem ser desagradáveis.
Segundo o gastroenterologista Jimi Scarparo, os efeitos das festas de fim de ano são vários.
— Refluxo, azia... É uma agressão, porque é muita agressão pro sistema digestório de uma vez só. Misturado com álcool, então, piorou porque essa dobradinha vai ser fatal pela grande dificuldade do nosso organismo de metabolizar tudo de isso.
Para evitar problemas, não existe segredo. O truque é não exagerar. Mas alguns alimentos podem ajudar a resolver possíveis problemas.
As folhas verdes são grandes aliadas do organismo. Elas aceleram a digestão e ajudam a desintoxicar o corpo.
E não adianta apelar para o truque de ficar sem comer para guardar espaço para a ceia. O jejum prolongado pode piorar os efeitos do excesso de alimento.
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
PARADA RESPIRATÓRIA E CARDIORESPIRATÓRIA (PR E PCR) - PRIMEIROS SOCORROS
por: Colunista Portal - Educação
A falta de conhecimento dos primeiros socorros pode prejudicar mais
A diferença de uma para outra é que a PR implica em perda de respiração, enquanto a PCR, implica na perda da respiração e da pulsação. A vítima permanece no máximo 5 minutos sem respirar.
Os procedimentos sequenciais de RCP (Ressuscitação cardiopulmonar) são:
- Segurança (a sua!)
- Controle da cervical
- Vias aéreas
- Respiração (ver, ouvir e sentir)
- Circulação (pulso)
A falta de conhecimento dos primeiros socorros pode prejudicar mais. Ao falar com a vítima, ponha a mão em sua cabeça, para evitar que ela a mova, causando uma segunda lesão. O posicionamento do acidentado deve obedecer ao seguinte: posicionar o acidentado em superfície plana e firme, preferencialmente no chão e não na cama; mantê-lo em decúbito dorsal; a cabeça não deve ficar mais alta que os pés, para não prejudicar o fluxo sanguíneo cerebral; a técnica correta de posicionamento do acidentado deve ser obedecida utilizando-se as manobras de rolamento.
No indivíduo com parada cardiorrespiratória, deve-se fazer o ABC dos procedimentos e a massagem respiratória, com a seguinte sequência: 4 massagens e 1 insuflação, pressionando apenas a palma da mão no centro dos mamilos e contando alto 1,2,3,4,1; 1,2,3,4,2...(ciclo).
No indivíduo que apresenta apenas a parada respiratória, deve-se evitar a massagem, pois pode causar desfibrilação.
Há diferenças nos procedimentos de RCP de acordo com a faixa etária: com crianças de até 11 anos, basta soprar o ar; com adultos, encha o pulmão e insufla o ar; com bebês, coloque somente o ar que está em sua bochecha.
Para iniciar a respiração boca a boca e promover a RCP, deve-se obedecer a seguinte sequência:
- Deitar o acidentado de costas, desobstruindo-lhe as vias aéreas.
- Pôr uma das mãos sob a nuca do acidentado e a outra mão na testa.
- Inclinar a cabeça do acidentado para trás ate que o queixo fique em um nível superior ao do nariz, de forma que a língua não impeça a passagem de ar, mantendo-a nesta posição.
- Fechar bem as narinas do acidentado, usando os dedos polegar e indicador, utilizando a mão que foi colocada anteriormente na testa do acidentado.
- Inspirar profundamente.
- Colocar a boca com firmeza sobre a boca do acidentado, vedando a totalmente.
- Soprar vigorosamente para dentro da boca do acidentado, até notar que seu peito está levantando.
- Fazer leve compressão na região do estômago do acidentado, para que o ar seja expelido.
- Inspirar profundamente outra vez e continuar o procedimento na forma descrita, repetindo o movimento tantas vezes quanto necessário (cerca de 15 vezes por minuto) até que o acidentado possa receber assistência médica. Se a respiração do acidentado não tiver sido restabelecida após as tentativas dessa manobra, ela poderá vir a ter parada cardíaca, tornando necessária a aplicação de massagem cardíaca externa (MANUAL DE PRIMEIROS SOCORROS, 2003).
Para realizar a massagem cardíaca externa, conforme o Manual de Primeiros Socorros é preciso manter a vítima em decúbito dorsal como já citado anteriormente. Depois posicionar-se ajoelhado, ao lado do acidentado e num plano superior, de modo que possa executar a manobra com os braços em extensão.
Em seguida apoiar as mãos uma sobre a outra, na metade inferior do esterno, evitando fazê-lo sobre o apêndice xifoide, pois isso tornaria a manobra inoperante e machucaria as vísceras. Não se deve permitir que o resto da mão se apoie na parede torácica.
A compressão deve ser feita sobre a metade inferior do esterno, porque essa é a parte que está mais próxima do coração. Com os braços em hiperextensão, aproveite o peso do seu próprio corpo para aplicar a compressão, tornando-a mais eficaz e menos cansativa do que se utilizada a força dos braços.
Aplicar pressão suficiente para baixar o esterno de 3,8 a 5 centímetros para um adulto normal e mantê-lo assim por cerca de meio segundo. O ideal é verificar se a compressão efetuada é suficiente para gerar um pulso carotídeo palpável Com isso se obtém uma pressão arterial média e um contorno de onda de pulso próximo do normal.
Os procedimentos sequenciais de RCP (Ressuscitação cardiopulmonar) são:
- Segurança (a sua!)
- Controle da cervical
- Vias aéreas
- Respiração (ver, ouvir e sentir)
- Circulação (pulso)
A falta de conhecimento dos primeiros socorros pode prejudicar mais. Ao falar com a vítima, ponha a mão em sua cabeça, para evitar que ela a mova, causando uma segunda lesão. O posicionamento do acidentado deve obedecer ao seguinte: posicionar o acidentado em superfície plana e firme, preferencialmente no chão e não na cama; mantê-lo em decúbito dorsal; a cabeça não deve ficar mais alta que os pés, para não prejudicar o fluxo sanguíneo cerebral; a técnica correta de posicionamento do acidentado deve ser obedecida utilizando-se as manobras de rolamento.
No indivíduo com parada cardiorrespiratória, deve-se fazer o ABC dos procedimentos e a massagem respiratória, com a seguinte sequência: 4 massagens e 1 insuflação, pressionando apenas a palma da mão no centro dos mamilos e contando alto 1,2,3,4,1; 1,2,3,4,2...(ciclo).
No indivíduo que apresenta apenas a parada respiratória, deve-se evitar a massagem, pois pode causar desfibrilação.
Há diferenças nos procedimentos de RCP de acordo com a faixa etária: com crianças de até 11 anos, basta soprar o ar; com adultos, encha o pulmão e insufla o ar; com bebês, coloque somente o ar que está em sua bochecha.
Para iniciar a respiração boca a boca e promover a RCP, deve-se obedecer a seguinte sequência:
- Pôr uma das mãos sob a nuca do acidentado e a outra mão na testa.
- Inclinar a cabeça do acidentado para trás ate que o queixo fique em um nível superior ao do nariz, de forma que a língua não impeça a passagem de ar, mantendo-a nesta posição.
- Fechar bem as narinas do acidentado, usando os dedos polegar e indicador, utilizando a mão que foi colocada anteriormente na testa do acidentado.
- Inspirar profundamente.
- Colocar a boca com firmeza sobre a boca do acidentado, vedando a totalmente.
- Soprar vigorosamente para dentro da boca do acidentado, até notar que seu peito está levantando.
- Fazer leve compressão na região do estômago do acidentado, para que o ar seja expelido.
- Inspirar profundamente outra vez e continuar o procedimento na forma descrita, repetindo o movimento tantas vezes quanto necessário (cerca de 15 vezes por minuto) até que o acidentado possa receber assistência médica. Se a respiração do acidentado não tiver sido restabelecida após as tentativas dessa manobra, ela poderá vir a ter parada cardíaca, tornando necessária a aplicação de massagem cardíaca externa (MANUAL DE PRIMEIROS SOCORROS, 2003).
Para realizar a massagem cardíaca externa, conforme o Manual de Primeiros Socorros é preciso manter a vítima em decúbito dorsal como já citado anteriormente. Depois posicionar-se ajoelhado, ao lado do acidentado e num plano superior, de modo que possa executar a manobra com os braços em extensão.
Em seguida apoiar as mãos uma sobre a outra, na metade inferior do esterno, evitando fazê-lo sobre o apêndice xifoide, pois isso tornaria a manobra inoperante e machucaria as vísceras. Não se deve permitir que o resto da mão se apoie na parede torácica.
A compressão deve ser feita sobre a metade inferior do esterno, porque essa é a parte que está mais próxima do coração. Com os braços em hiperextensão, aproveite o peso do seu próprio corpo para aplicar a compressão, tornando-a mais eficaz e menos cansativa do que se utilizada a força dos braços.
Aplicar pressão suficiente para baixar o esterno de 3,8 a 5 centímetros para um adulto normal e mantê-lo assim por cerca de meio segundo. O ideal é verificar se a compressão efetuada é suficiente para gerar um pulso carotídeo palpável Com isso se obtém uma pressão arterial média e um contorno de onda de pulso próximo do normal.
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
Infecção, infestação e inflamação
A caxumba é uma infecção viral que apresenta inflamação das glândulas salivares
Infecção se refere à invasão, desenvolvimento e multiplicação de um micro-organismo no organismo de um animal ou planta, causando doenças. A invasão desencadeia no hospedeiro uma série de reações do sistema imunológico, a fim de defender o local afetado resultando, geralmente, em inflamações.
Assim, podemos perceber que o termo “infecção” e “inflamação”, muitas vezes confundidos, têm suas particularidades. A inflamação pode ocorrer não só quando há a invasão por vírus, bactérias, fungos ou protozoários. A sinusite, por exemplo, é umainflamação dos seios da face e que, por não ser causada por um patógeno, não se caracteriza como uma infecção. Já a caxumba é uma doença caracterizada pela infecção do vírus do gênero Rubulavirus, da família Paramyxoviridae. Sua presença resulta na inflamação das glândulas salivares apresentando, na região, inchaço característico.
Inflamações têm como principais características: o aumento da temperatura no local ou geral, inchaço, dor e, em alguns casos, perda da função – reversível naturalmente ou não. O contato com produtos cáusticos, venenos, baixas ou altas temperaturas; traumatismos, dentre outros tipos de exposição de nosso organismo, resultando em defesas imunitárias, também as caracterizam.
“Infestação” é outro termo que causa dúvidas. Segundo o mini dicionário Aurélio, ela consiste no estabelecimento, proliferação e ação de parasitos na pele ou em seus apêndices. Entretanto, alguns autores consideram este termo como sendo a penetração ou presença de parasitas não-microbianos no hospedeiro.
Assim, há controvérsias se, por exemplo, a presença do nematelminto Wuchereria bancrofti é umainfestação ou infecção - mas é certo que este verme causa a inflamação dos vasos linfáticos, podendo resultar na hipertrofia de regiões afetadas.
Por outro lado, a presença de carrapatos em um cachorro, por exemplo, é uma infestação, podendo resultar em inflamação das regiões perfuradas e sugadas pelo parasita. Carrapatos podem causar infecções como, por exemplo, a erliquiose canina. Ela é consequência da bactéria Ehrlichia canis no organismo do cão, transmitida de um animal doente para um saudável por intermédio destes artrópodes.
Assim, podemos perceber que o termo “infecção” e “inflamação”, muitas vezes confundidos, têm suas particularidades. A inflamação pode ocorrer não só quando há a invasão por vírus, bactérias, fungos ou protozoários. A sinusite, por exemplo, é umainflamação dos seios da face e que, por não ser causada por um patógeno, não se caracteriza como uma infecção. Já a caxumba é uma doença caracterizada pela infecção do vírus do gênero Rubulavirus, da família Paramyxoviridae. Sua presença resulta na inflamação das glândulas salivares apresentando, na região, inchaço característico.
Inflamações têm como principais características: o aumento da temperatura no local ou geral, inchaço, dor e, em alguns casos, perda da função – reversível naturalmente ou não. O contato com produtos cáusticos, venenos, baixas ou altas temperaturas; traumatismos, dentre outros tipos de exposição de nosso organismo, resultando em defesas imunitárias, também as caracterizam.
“Infestação” é outro termo que causa dúvidas. Segundo o mini dicionário Aurélio, ela consiste no estabelecimento, proliferação e ação de parasitos na pele ou em seus apêndices. Entretanto, alguns autores consideram este termo como sendo a penetração ou presença de parasitas não-microbianos no hospedeiro.
Assim, há controvérsias se, por exemplo, a presença do nematelminto Wuchereria bancrofti é umainfestação ou infecção - mas é certo que este verme causa a inflamação dos vasos linfáticos, podendo resultar na hipertrofia de regiões afetadas.
Por outro lado, a presença de carrapatos em um cachorro, por exemplo, é uma infestação, podendo resultar em inflamação das regiões perfuradas e sugadas pelo parasita. Carrapatos podem causar infecções como, por exemplo, a erliquiose canina. Ela é consequência da bactéria Ehrlichia canis no organismo do cão, transmitida de um animal doente para um saudável por intermédio destes artrópodes.
Por Mariana Araguaia
Graduada em Biologia
Graduada em Biologia
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
Infecção urinária
A infecção urinária é uma patologia que afeta qualquer parte do aparelho urinário, desde os rins, a bexiga, até a uretra. É decorrente da presença de agentes infecciosos em alguma parte do sistema urinário, sendo que quando afeta os rins, recebe o nome de pielonefrite; quando acomete a bexiga, é chamada de cistite; quando atinge a uretra, recebe o nome de uretrite. A bactéria que habitualmente é responsável pelas infecções urinárias é a Escherichia coli, que compõe a flora intestinal normal dos seres humanos.
Embora possa afetar indivíduos de ambos os sexos e de todas as idades, é mais comumente observada em mulheres. Todavia, essa relação é invertida durante o primeiro ano de vida, quando esta patologia é mais comum em meninos.
A infecção urinária afeta mulheres com maior frequência, devido a fatores anatômicos, uma vez que a uretra desemboca próximo à entrada da vagina, local onde a flora bacteriana é abundante. Outro ponto que auxilia na ocorrência desse tipo de infecção, é o hábito de higiene após defecar ou urinar, levando o papel higiênico na direção ânus-vagina, facilitando a migração de bactérias intestinais até a vulva. Além disso, a uretra feminina é muito mais curta quando comparada com a masculina, facilitando o caminho desses microrganismos até a bexiga. A estase urinária também é um fator importante no desenvolvimento de infecções urinárias, já que a urina estagnada contribui com a proliferação bacteriana.
Outros fatores que colaboram para o aparecimento de infecções urinárias são:
- Gravidez, pois nessa época da vida da mulher, há uma diminuição da defesa do organismo da mesma, bem como aumento do hormônio progesterona, que causa um relaxamento maior da bexiga, favorecendo a estase urinária;
- Diabetes;
- Climatério;
- Obstrução urinária, quando algum fator está impedindo o fluxo urinário;
- Inserção de corpos estranhos na uretra, pois estes podem carrear bactérias para o interior do trato urinário;
- Moléstias neurológicas, pois estas podem interferir no esvaziamento da bexiga;
- Doenças sexualmente transmissíveis;
- Infecções ginecológicas.
Dentre as manifestações clínicas observadas em infecções do trato urinário estão:
- Dor e ardência ao urinar;
- Dificuldade para iniciar a micção;
- Urgência miccional;
- Vontade de urinar diversas vezes ao dia e em pequenas quantidades;
- Urina com mau odor e coloração alterada;
- Hematúria (urina com sangue) em certos casos.
Quando a infecção alcança o rim, o quadro é mais preocupante, podendo o paciente apresentar febre, calafrios, dor lombar, náuseas e êmese.
O diagnóstico é feito com base no quadro clínico apresentado pelo paciente, juntamente com exame de urina, o qual pode evidenciar a presença de bactérias na urina e também outros sinais que auxiliam no diagnóstico. A urocultura também costuma ser solicitada, sendo que esta ajuda na identificação da bactéria causadora da infecção.
Em alguns pacientes, especialmente crianças e indivíduos com histórico de infecção urinária, se faz necessária a realização de exames de imagem, como a ultra-sonografia e radiografias com contraste das vias urinárias, entre outros. Estes exames auxiliam na evidenciação de defeitos congênitos que favorecem o desenvolvimento deste tipo de infecção.
O tratamento é feito por meio do uso de antibióticos, sendo este normalmente escolhido de acordo com o resultado da urocultura. A duração do tratamento varia de acordo com o tipo de infecção urinária e o antibiótico de escolha. É de extrema importância que o tratamento seja realizado por completo, de acordo com a prescrição do médico, para evitar recidivas.
A prevenção das infecções urinárias é feita através da adoção de algumas medidas:
- Ingestão de bastante líquido ao longo do dia;
- Evitar reter urina, devendo urinar sempre que sentir necessidade;
- Praticar relações sexuais com proteção;
- Urinar após as relações sexuais;
- Não utilizar antibióticos indiscriminadamente.
Para as mulheres, outros cuidados também devem ser tomados, como:
- Limpar-se sempre de frente para trás, após utilizar o toalete;
- Lavar a região perianal depois de evacuar;
- Evitar o uso por longos períodos de absorvente íntimo;
- Evitar o uso constante de roupas íntima de tecido sintético.
sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
Infecção Intestinal
É bastante comum as pessoas desenvolverem infecção intestinal. Esta pode ser causada por uma variedade de agentes conhecidos e tanto adultos quanto crianças estão vulneráveis. Neste artigo vamos falar um pouco a respeito de infecção intestinal considerando os seguintes tópicos:
- O que é uma infecção intestinal;
- Como se adquire;
- Quais são os sintomas;
- Como é feito o diagnóstico;
- Como é o tratamento.
O QUE É UMA INFECÇÃO INTESTINAL?
Infecção intestinal é um mal muito comum de acontecer tanto em crianças quanto em adultos. Normalmente, não é algo que apresente muitos riscos para a saúde e é de fácil tratamento. Entretanto, muitas vezes a infecção intestinal está ligada a alguma doença mais perigosa, manifestando-se como um sintoma desta. Nestes casos deve-se tomar mais atenção.
A infecção intestinal pode ser causada por uma série de agentes diferentes como bactérias, fungos, parasitas e vírus. Em crianças é mais comum que a infecção intestinal seja causada devido à presença de algum vírus. O rotavírus é um dos mais importantes.
COMO SE ADQUIRE?
Uma infecção intestinal é ainda mais comum de acontecer no verão. Isto porque, o consumo de alimentos estragados e/ou contaminados é mais frequente. Diversos microrganismos encontram no verão mais facilmente a temperatura ideal para se multiplicar. Assim, muitos alimentos, quando deixados em temperatura ambiente no verão acabam contaminados devido à multiplicação destes microrganismos. As bactérias são os agentes mais encontrados em alimentos contaminados. Casos de infecção intestinal causadas por bactérias do gênero Salmonella ou E. Coli. são os mais frequentes.
Além da infecção através de alimentos contaminados, também podem ocorrer casos de infecção devido a hábitos de higiene incorretos. Por isto, é extremamente importante lavar as mãos após ir ao banheiro. Outra forma muito comum de se adquirir uma infecção intestinal é através de água contaminada, portanto, não se esqueça de que água somente filtrada ou fervida. Com estas medidas fica mais difícil contrair uma infecção intestinal.
QUAIS SÃO OS SINTOMAS?
Apesar das diferentes causas devido à variedade de agentes, os sintomas de uma infecção intestinal costumam ser bastante parecidos. A grande maioria das pessoas, quando contaminada por algum microrganismo começa a apresentar dor na região abdominal, febre, mal estar, dor de cabeça e diarreia.
Devido à intensa diarreia que ocorre nos casos de infecção intestinal, as pessoas costuma ficar muito desidratadas. Este é um dos principais fatores de risco, principalmente quando ocorre em grávidas, em bebês ou em idosos, pois nestes períodos de vida a desidratação é ainda mais forte. Portanto, é bom tomar muita água e soro caseiro nesta situação.
Relatos retirados da Internet
- “Sinto uma dor muito forte na barriga…”
- “A dor já me acompanha a dias…”
- “Sinto umas pontadas na “boca do estomago”, dói bastante”
- “O Rotavírus me pegou, fiz uma semana de tratamento a base de muita hidratação”
COMO É FEITO O DIAGNÓSTICO?
O diagnóstico de uma infecção intestinal é feito basicamente através de uma coprocultura. Acoprocultura é um exame de fezes no qual se realiza a busca de certos microrganismos. Deve ser realizado com as fezes ainda frescas e, normalmente, busca-se pelos seguintes agentes: Salmonella spp, Escherichia coli enteropatogênica clássica, Shigella spp., Yersinia enterocolítica, Aeromonas spp. e Plesiomonas spp.
Caso haja a necessidade o exame pode ser ainda mais completo e, então, realiza-se a busca por outros agentes. Quando há a certeza de que se trata de um caso de infecção intestinal, deve-se logo dar início ao tratamento adequado.
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